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O papel da alimentação e da herbologia na limpeza e desintoxicação dos químicos e metais pesados do corpo

O consumo de produtos industrializados, drogas sintéticas e metais pesados – ingeridos através da água, alimentos, remédios, utensílios, produtos de higiene e cosméticos não naturais –, são os grandes destruidores da nossa flora, do nosso terreno biológico e microbiota. São os grandes causadores das doenças inflamatórias crônicas e autoimunes.

Temos muitos recursos na naturologia, na dietética chinesa, na alimentação curativa, na fitoterapia e na medicina quântica para a limpeza de metais pesados (limpeza química) para quebrarmos o ciclo inflamatório recorrente e constante – que é suprimido por cortisona, anti inflamatórios e imunossupressores – que criam cada vez mais dependência e aprofundamento da doença no organismo.

Claro que um programa sério de desintoxicação e desinflamação sistêmica precisa de um acompanhamento profissional para o verdadeiro e total restabelecimento da saúde, mas tem algumas dicas que você já pode adotar na rotina para evitar a intoxicação e começar uma limpeza mais profunda.

Temos alimentos que limpam os metais pesados do corpo que se depositam no cérebro e beneficiam diretamente a pineal e a pituitária, como por exemplo a cúrcuma, a clorela e a espirulina. O iodo favorece muito a pineal, e também temos as algas e as folhas verdes.

O lugol a 5% também pode ser uma boa opção, porém existe uma dosagem muito específica para a necessidade de cada pessoa. Uma dica legal é limparmos as folhas verdes e deixá-las de molho, assim que chegamos da feira, no iodo a 2%. A medida é de cinco mililitros (5ml) para cada litro de água. Os vegetais são muito porosos e quando os deixamos de molho no lugol 5% ou iodo 2%, eles absorvem o necessário para a reposição no nosso organismo. Excelente também para problemas de tireoide e disbiose intestinal.

Há outros alimentos que desintoxicam o sangue e as células, como o vinagre de maçã, o suco de beterraba, óleo de coco, coentro (usado em saladas, sucos, infusões) e o quiabo, que é um grande alimento para a quelação de metais. A cada três meses tomo, durante três dias, a água do quiabo e repito novamente uma semana depois.

A cura mora na causa, o sintoma é apenas o sinal de alerta.

Paula Gribel

Paula Gribel

Co-fundadora da Aldeia e especialista em Medicina Integrativa e Sistêmica, há 21 anos desenvolve um trabalho que interliga técnicas em prol do equilíbrio nutricional, físico, emocional e energético, já tendo realizado mais de 30 mil atendimentos em seu consultório.

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